Lula quer incentivar produção de alimentos e evitar inflação prolongada

Presidente se reúne com ministros nesta quarta para debater assunto.
Segundo Múcio, governo discute medidas para atender demanda por alimentos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará uma reunião nesta quarta-feira (21) com o ministro da Agricultura, Reinold Stephanes, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, para discutir formas de incentivar a produção de alimentos no País. Mais cedo, Lula demonstrou sua preocupação com a crise dos alimentos na reunião do Conselho do Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).

O presidente disse aos conselheiros que é preciso encontrar mecanismos para incentivar a produção de alimentos e diminuir a pressão inflacionária sobre esses produtos. Lula não antecipou nenhuma das medidas que estão em debate no governo.

O ministro das Relações Institucionais, José Múcio, afirmou que o consumo de alimentos aumentou no país e o governo está discutindo medidas para atender essa demanda.

"O consumo aumentou, então precisa que haja um estímulo à produção de alimentos, à produção de comida, porque, graças à ascensão de muitos brasileiros a um patamar melhor, socialmente mais justo, o consumo aumentou. Isso é uma coisa boa, mas precisamos nos prevenir", argumentou o ministro.

Fonte: G1

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A volta do CPMF

Pela proposta, tributo terá agora uma alíquota de 0,10%
Decidiu-se ainda aumentar o IPI dos cigarros e bebidas
Dinheiro será direcionado para financiamento da Saúde

Terminou há pouco um almoço que reuniu todos os líderes de partidos governistas com assento na Câmara. Além de comida, foi à mesa o bolso do contribuinte brasileiro.

Decidiu-se o seguinte:

1. A bancada governista unirá forças com a oposição para aprovar na Câmara o projeto que regulamenta a chamada emenda 29. Obriga o governo a reforçar o orçamento da Saúde. Reforço escalonado. Que alçará à casa dos R$ 20 bilhões em 2011;

2. Para evitar que Lula vete a nova lei, a tropa governista decidiu providenciar as fontes que proverão a verba extra a ser injetada nas arcas da Saúde;

3. Com o apoio de todos os partidos do consórcio que dá suporte legislativo a Lula, será levada a voto uma proposta que ressuscita a CPMF. Em vez de emenda constitucional, mais difícil de aprovar, optou-se pelo projeto de lei complementar;

4. A alíquota do tributo revivido será de 0,10% (a antiga CPMF, derrubada pelo Senado em dezembro de 2007, mordia dos cheques emitidos pelos brasileiros 0,38%);

5. Decidiu-se propor também a elevação do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) dos cigarros e das bebidas alcoólicas. A forma e os percentuais serão objeto de novas tratativas;

6. Deliberou-se, por último, que a recriação da CPMF e a majoração do IPI serão votadas concomitante com o projeto da emenda 29. Abandonou-se a idéia de tratar das fontes de verbas para a Saúde no âmbito da reforma tributária.

O almoço em que todas essas decisões foram tomadas ocorreu na casa do líder do PTB, deputado Jovair Arantes (GO). Lá estavam, além do anfitrião, representantes do PMDB, PT, PP, PL e PR. Participou também Henrique Fontana (PT-RS), líder de Lula na Câmara.

O blog ouviu o anfitrião Jovair Arantes. “Nós, da base do governo, partimos do óbvio: temos que resolver os problemas da Saúde, que estão se agravando. Vamos votar a emenda 29. Há maioria para aprovar. Então, temos de responder à seguinte pergunta: de onde virá o dinheiro?”

Continue-se ouvindo Jovair: “Não adianta dizer que você vai a Paris três vezes por mês, para beber os melhores vinhos e comer as melhorias comidas, sem definir quem vai pagar a conta. A emenda 29 está do mesmo jeito. Muito bonita, mas não diz de onde tirar o dinheiro.”

Mais Jovair: “Hoje, temos excesso de arrecadação [de tributos]. Mas não há segurança de que esse excesso vai existir amanhã. Portanto, temos de providenciar fontes definitivas para a Saúde.”

Ainda o líder do PTB: “Quando você aumenta a renda na sua casa, usa o dinheiro extra para melhorar a qualidade de vida da família. Compra roupa nova para a mulher, troca de carro, passa a comer o que não comia. No Brasil é a mesma coisa. Os recursos extras que estão entrando vão servir para fazer investimentos outros: o PAC, a infra-estrutura, o saneamento.”

Últimas palavras de Jovair: “Então, decidimos, a base toda unida, fechar questão em torno da aprovação da emenda 29, com projetos em cima dela ou junto com ela, que resolvam o problema do financiamento da Saúde. Não houve divergência. Poucas vezes participei de encontro em que a concordância alcançou esse grau de coesão.”

Via: Josiasdesouza

O que faz um gestor ambiental? Quais as áreas de atuação deste administrador do meio ambiente?

Formação é na área de humanas e profissional atua no gerenciamento ambiental.
Há cursos na modalidade de bacharelado e tecnológico.

Gestão ambiental buscar ainda é uma carreira recente, mas a cada dia ganha espaço em instituições públicas e privadas. Segundo professores ouvidos pelo G1, a profissão surgiu diante da necessidade das empresas e dos órgãos públicos se adaptarem às questões ambientais, especialmente para economizar e evitar danos. A carreira do gestor ambiental é o tema do Guia de Carreiras desta terça-feira (20).

Segundo o professor Jacques Demajorovic, coordenador do curso bacharelado de adminstração na linha de formação em gestão ambiental do Senac-SP, o gestor ambiental é um profissional que associa três características fundamentais: economia, meio ambiente e fator social.

"Não temos um curso de ecologia, não formamos pessoas especialistas em fauna e flora. Queremos formar um gestor para planejar, implantar e monitorar projetos de gestão ambiental e sustentabilidade nas empresas", diz Demajorovic.

"O curso de gestão ambiental (bacharelado) tem uma interface muito próxima com a biologia, mas ele forma profissionais para serem dirigentes, que façam a conciliação da atividade humana com o meio ambiente", explica o professor Demóstenes Ferreira da Silva Filho, coordenador do curso de gestão ambiental da Universidade de São Paulo (Esalq/USP).

Graduação pode ser tecnológica ou bacharelado





Há duas modalidades para a formação em gestão ambiental: o curso de bacharelado - que tem duração de quatro anos- e o superior tecnológico, em dois anos.

De acordo com o professor Silva Filho, a diferença entre as duas modalidades é que o curso tecnológico é mais técnico, direcionado para pessoas que já atuam na área de meio ambiente e que procuram uma formação mais completa; enquanto o bacharelado é voltado para a administração do meio ambiente, sendo mais extenso porque permite aprofundar os conceitos e forma profissionais direcionados para a pesquisa acadêmica e científica.

"Nada impede que alguém que não esteja na área de ambiente faça o curso tecnólogo. Mas esse é um curso que busca formar o profissional mais rápido para o mercado de trabalho", diz o coordenador do curso no Senac-SP.

Áreas de atuação

Um tecnólogo em gestão ambiental trabalha em projetos específicos ligados ao meio ambiente. Ele atua no gerenciamento de resíduos sólidos, no planejamento ambiental, na remediação de áreas contaminadas e em sistemas de gestão, por exemplo.

Já o bacharel em gestão ambiental além de poder ocupar essas funções, ainda poderá desenvolver papéis de gerência nas áreas financeira, de marketing e recursos humanos. "É um profissional que tem na carga horária do curso mais disciplinas da área administrativa", diz Demajorovic.

Outro ponto importante a esclarecer é que o gestor ambiental exerce função diferente do engenheiro ambiental, que foca o trabalho no desenvolvimento de tecnologias e soluções ambientais. O gestor ambiental lida com o planejamento dos recursos.

Segundo Demajorovic, o gestor ambiental é preparado para trabalhar em empresas privadas, públicas, em ONGs - ele implementa projetos que não pensam apenas na relação do custo, mas sim na viabilidade econômica com menor impacto ambiental e social.

Via: G1

Preço da viajem com o trem-bala do Rio para São Paulo poderá ser de R$ 130

A passagem do trem-bala que deve ser construído ligando o Rio de Janeiro a São Paulo pode sair por apenas R$ 130 para os brasileiros, uma média entre os preços atuais do tíquete de ônibus (na faixa dos R$ 90) e de avião (entre R$ 150 a R$ 400). A informação é do Secretário de Transportes do Estado do Rio de Janeiro, Júlio Lopes, com base em um estudo de mercado realizado pela empresa italiana Itauplan.

Lucro verde

Andre Jockyman - Jornalista, editor da Revista ABAMEC - Associação Brasileira dos Analistas de Mercados de Capitais.

O Brasil lidera o promissor mercado de “papéis verdes”, impulsionado a partir de Dezembro de 1997 pela ratificação do Protocolo de Kyoto.

Há grande expectativa do presidente russo Vladimir Putin em anunciar a decisão de seu governo de ratificar o Protocolo de Kyoto na Conferência Mundial de Mudanças Climáticas de 29 de Setembro a 3 de Outubro, na Rússia. Com a ratificação, será alcançado o número mínimo de países signatários responsáveis por 55% das emissões de gases causadores do Efeito Estufa, determinado para a entrada em vigor do Protocolo, num prazo de 90 dias.

Serão então criadas as regras básicas de formalização do mercado internacional dos chamados “papéis verdes” ou créditos certificados. O mercado mundial da venda de créditos de carbono movimenta atualmente por ano cerca de 2 bilhões de dólares nas transações do Fundo Protótipo de Carbono com estes papéis, havendo expectativa deste volume de negócios se elevar a 20 bilhões de dólares por ano a partir de 2008.

A Conferência das Partes da Convenção sobre Mudança do Clima aprovou em Dezembro de 1997 o Protocolo em Kyoto, no Japão, que estabelece compromissos para os países industrializados signatários reduzirem em 5,2% as emissões de gases causadores do Efeito Estufa entre os anos de 2008 e 2012, tendo como base os níveis do ano de 1990. Existe o objetivo de alcançar até 2050 a meta de redução de 80% das emissões, em relação ao mesmo ano base. Os Estados Unidos lideram em volume de emissões, respondendo por 36,1% do total mundial, mas se negaram a proceder a ratificação. A Rússia responde por 17,4%, situando-se em segundo lugar, seguida do Japão, com 8,5%, e da Alemanha, com 7,4%.

Mecanismo

O Protocolo estabeleceu mecanismos de flexibilidade, permitindo aos 39 países industrializados alternativas de cumprirem as exigências de redução de emissões, fora de seus territórios, comprando certificados resgate de gases de projetos em países em desenvolvimento, através de instrumentos como o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - MDL (Clean Development Mechanism - CDM). Ainda sem mercado estruturado, as negociações se realizam hoje tendo como principais investidores fundos criados em países como Alemanha, Dinamarca, Holanda, Inglaterra, Japão e em instituições financeiras internacionais, como o Banco Mundial (BIRD).

O Banco Mundial responde pela maior parte das operações com três fundos destinados a investimentos em projetos de tecnologia limpa, que monitoram 300 empreendimentos nesta área, com valores médios entre US$ 3 milhões e 15 milhões de dólares. O mais amplo é o Fundo Protótipo de Carbono (Prototype Carbon Fund – PCF), composto por recursos fornecidos por 6 países e 17 grandes empresas multinacionais.

“O Brasil é um dos líderes em termos de oferta, uma vez que o empresariado se mostra interessando em investir, possui um mercado financeiro forte e há um desenvolvimento significativo de tecnologias limpas”, avalia o gerente destes fundos no Banco Mundial, Werner Kornexl, especialista em desenvolvimento florestal e mudanças climáticas.

A Valourec & Mannesmann Tubes – V&M do Brasil, de Minas Gerais, assinou em Fevereiro deste ano o maior contrato de venda de créditos de carbono no mundo através do International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do BIRD, para o governo holandês e para a empresa japonesa Toyota Tsusho Corporation.

A Holanda adquiriu por 15 milhões de Euros (aproximadamente US$ 16 milhões) créditos de cerca de 5 milhões toneladas equivalentes de dióxido de carbono (CO2) que deixaram de ser jogados ao ar, graças ao projeto da empresa, que usa carvão vegetal no processo siderúrgico, ao invés de carvão mineral. A Toyota pagou aproximadamente US$ 1,2 milhão por 400 mil toneladas de CO2eq.

Há estimativa do projeto da siderúrgica vir a evitar nos próximos 21 anos a emissão de aproximadamente 21,3 milhões de toneladas de CO2eq na atmosfera, sendo 17,3 milhões com a substituição do coque pelo carvão vegetal no processo siderúrgico e 4 milhões com a captura de gás metano em atividades de carbonização, com o uso de tecnologias em desenvolvimento pela companhia. Por outro lado, terá de investir US$ 50 milhões em reflorestamento no mesmo período para garantir o suprimento de matéria-prima vegetal.

O presidente da V&M, Marco Antônio Castello Branco, revelou estes dados na assinatura do contrato em Fevereiro último, justificando o negócio, como alternativa para cobertura de parte dos custos. “O certificado de carbono vai estimular empresas a manterem programas de energia renovável, garantindo a sustentabilidade econômica do empreendimento”, observou.

Maior empresa do mundo especializada em negócios com certificados de carbono, a Ecosecurities estruturou o projeto da V&M e alguns dos principais projetos brasileiros nesta área, a partir de 2001, detendo hoje 90% deste mercado com US$ 37 milhões em contratos assinados. “Passamos os dois primeiros anos estruturando projetos e só neste ano começamos a ter retorno, com a securitização das operações”, explica o diretor da empresa no Brasil, Nuno Cunha e Silva, admitindo ter havido um aumento de 400% nos negócios do ano passado para este.
Perspectivas melhores do que a do mercado de créditos de carbono têm os certificados verdes emitidos por determinados países para projetos de geração de energia elétrica por fontes alternativas aos combustíveis fósseis, como eólica, biomassa e solar. “Existe perspectiva deste mercado se tornar três vezes maior do que o de créditos de carbono” antecipa o diretor da Ecosecurities.

Os dirigentes da empresa, com sede em Londres, começaram suas atividades, antes mesmo de sua fundação em 1996 estruturando em 1991 o projeto internacional pioneiro com estes certificados, onde a hidrelétrica Papeles Elaborados, da Guatemala, vendeu créditos para a Nuon, maior distribuidora de energia elétrica da Alemanha.

O gerente do Banco Mundial, Werner Kornexl, revela ser o Brasil o “campeão” em volume de vendas de créditos, seguido por países latino-americanos como Bolívia e Peru. Por isso, não surpreende que entre os cinco primeiros projetos apresentados em Abril último para registro no Executive Board de CDM da ONU houvesse quatro brasileiros: o da V&M, em Minas Gerais; os aterros sanitários de Nova Gerar (Nova Iguaçu - RJ) e de Salvador (BA); e uma fábrica de açúcar em São Paulo.
A Nova Gerar é um consórcio formado entre a Companhia S.A. Paulista e a Ecosecurites, que desenvolve projeto de geração de energia elétrica a partir de biogás gerado por um aterro sanitário em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, com US$ 10 milhões, financiados pelo Prototype Carbon Fund, do Banco Mundial. Deverá ser iniciado em meados deste ano.

Outro projeto com apoio do PCF no Brasil é o Plantar, em Minas Gerais, que tem como objetivo a substituição do carvão mineral pelo carvão vegetal na produção de ferro-gusa, mas envolvendo desde o plantio de florestas de eucalipto para fornecimento de matéria-prima e passando pela fabricação do gusa a partir do insumo vegetal. Este projeto envolverá US$ 35 milhões em investimentos, tendo recebido certificação florestal do FSC (Forest Stewardship Council), órgão mundial respeitado por adotar os mais rigorosos critérios de sustentabilidade ambiental para florestas plantadas. “Por enquanto, a Plantar comercializou apenas com o PCF uma parte dos créditos gerados pelo projeto no valor de US$ 5,3 milhões”, comenta Fábio Nogueira de Avelar Marques, assistente de Relações Internacionais do Grupo Plantar.

O mercado foi afetado pela recessão mundial e pela Guerra no Iraque, o que fez com que o movimento anual projetado inicialmente para alcançar US$ 5 bilhões, ficasse em cerca de US$ 2 bilhões. “Os créditos de carbono têm sido negociados em média entre US$ 3 e US$ 5 a tonelada, mas este ano houve negócios por US$ 6, demonstrando tendência de elevação no preço”, observa Kornexl. Por sua vez, o diretor da Ecosecurities lembra existirem certificados ambientais com valores bem mais expressivos em alguns países e prevê alta significativa com a entrada em vigor do Protocolo de Kyoto nos próximos anos.

Commodities ambientais

“As empresas estão comprando hoje, para se beneficiar de preços mais acessíveis, pois o investimento pode propiciar altos lucros nos próximos anos com o aumento na cotação dos certificados”, explica.
A coordenadora do projeto da Bolsa Brasileira de Commodities Ambientais (Brazilian Environment Commodities Exchange – BECE), Amyra El Khalili, articula, desde 1999, uma rede de 40 mil pessoas de diversos pontos do País, preparando as bases deste novo mercado, do qual exclui os créditos de carbono. “É um papel e não uma commodity, pois ela pressupõe a existência de estoque e isso não seria possível com algo a ser eliminado no ambiente”, justifica. Dentro deste critério, a energia renovável se enquadra. O dirigente do BIRD, Kornexl, reforça esta posição, alegando ser difícil enquadrar diversos projetos ambientais como commodities, pois “para isso precisaria haver qualidades unificadas”.

No lado oposto, o diretor da Ecoinvest Assessoria, Carlos Mathias, acha possível enquadrar este tipo de projeto como “bem transacionável, com característica comum que pode ser gerado em diversos lugares”, conforme a definição de commodity, mas se diz “pouco preocupado com semântica”, preferindo acreditar na viabilidade do mercado.

Crê tanto que a sua empresa está operando há três anos no mercado nacional tendo estruturado os projetos de duas usinas de geração de energia elétrica a partir de biomassa; um em Piratini, para o grupo português Caixa Geral de Depósito no Rio Grande do Sul (em operação desde o ano passado, com 10 megawatts de potência), e o outro para uma usina de açúcar e álcool em Catanduva, no interior de São Paulo (com geração de energia elétrica de 12 megawatts). Os dois projetos envolvem certificados verdes, sendo o gaúcho negociado com o governo do Canadá e o paulista com o da Holanda.
Independente das discussões, a BECE deverá estar operando até 2012, conforme previsão de Amyra El Khalili, que pretende começar a estruturar a Bolsa a partir de projetos ambientais comunitários, com a devida certificação e enquadramento comprovado nas exigências do Protocolo de Kyoto.

“Com o selo parcial de commodity ambiental, será possível rastrear o benefício gerado e demonstrá-lo contabilmente, permitindo resultados palpáveis a serem avaliados para influência das ações da empresa na Bolsa”, adianta a coordenadora, que recolhe sugestões em cursos de preparação do novo mercado em eventos realizados em todo o Brasil.

Via: Eco21